ABES orienta saneamento sobre escassez de ácido fluossilícico
Nota técnica da ABES define procedimentos para prestadores diante da falta de insumo para fluoretação da água de abastecimento.
Fonte: ABES
Guia do tema
A água como recurso e como direito: outorga, enquadramento, efluentes e saneamento básico. Acompanhe a gestão das bacias, o controle da poluição hídrica e as normas que regem o uso da água.
Dessalinização remove o sal da água do mar ou salobra, quase sempre forçando-a por membranas na osmose reversa, para transformá-la em água doce.
Quando há dúvida sobre a água de beber, fervura e cloração eliminam microrganismos, desde que feitas na proporção e no tempo corretos.
A ligação de água e esgoto é pedida na concessionária, que analisa a viabilidade, cobra a instalação e faz a vistoria antes de conectar o imóvel à rede.
Perda de água é toda a água tratada que não chega a ser faturada, por vazamento na rede ou falha de medição, e reduzi-la cria oferta sem construir barragem.
Os termos de tratamento de efluentes e saneamento que aparecem em projetos, laudos e licenças de operação.
Captar água da chuva é coletar o que cai no telhado, descartar a primeira água suja e armazenar o restante para usos que não exigem água potável.
Água cinza é a que sai do chuveiro, da máquina de lavar e da pia, e reusá-la em casa exige tratamento e uso restrito a fins que não pedem água potável.
Infiltrar devolve a chuva ao solo e recarrega o lençol; reservar segura a água e corta o pico da enxurrada; solo e objetivo decidem.
Monitorar um rio é coletar amostras em pontos e intervalos definidos e medir parâmetros que revelam poluição, comparando o resultado com a classe do corpo d'água.
Dessalinização cria água nova a partir de fonte salgada e gasta muita energia; o reúso estica o efluente já gerado com custo menor.
Conta alta sem explicação, mancha de umidade e o teste do hidrômetro apontam vazamentos escondidos.
Economizar água na indústria começa por medir onde ela é usada, e os maiores ganhos vêm de reúso, reaproveitamento de água de processo e fim das perdas.
Lodos ativados usa oxigênio e entrega efluente mais limpo; o reator anaeróbio é barato e gera biogás, mas costuma exigir pós-tratamento.
Como coletar a água do telhado pela calha e guardá-la para usos não potáveis, do jardim à descarga.
Segurança hídrica é ter água em quantidade e qualidade suficientes, na hora certa, sem esgotar os ecossistemas, e a sua falta aparece em racionamento e conflito.
A captação de chuva depende do clima e cobre usos não potáveis; o reúso entrega volume constante tratado, mas exige controle sanitário.
Hábitos simples e peças baratas cortam o gasto de água no banho, na descarga e nas torneiras.
A fossa séptica atende imóvel isolado e a ETE trata volumes maiores até o padrão de lançamento; vazão e ponto de descarte definem.
A tarifa de esgoto costuma ser um percentual do volume de água consumido, porque quase toda água que entra na casa vira esgoto a ser coletado e tratado.
Sem rede coletora, a fossa séptica separa e digere o esgoto no próprio terreno, mas só funciona com um pós-tratamento e limpeza periódica.
Uma ETE reproduz e acelera a autodepuração de um rio em etapas físicas e biológicas, para devolver a água limpa o suficiente antes do lançamento.
Dureza é a quantidade de cálcio e magnésio dissolvidos na água, e ela explica desde o sabão que não faz espuma até a crosta que se forma no chuveiro.
Os termos de gestão da água que aparecem em outorgas, cobranças e planos de bacia, explicados de forma direta.
Um laudo compara cada parâmetro medido com o valor máximo permitido, e saber ler essa tabela mostra na hora se a água está própria para o uso.
A água percorre captação, tratamento em estação e rede de distribuição antes de sair potável na torneira, e cada etapa remove um tipo de risco.
O monitoramento do lençol freático combina poços de observação, medição do nível d'água e coletas periódicas para identificar contaminações no aquífero.
Entenda como a pegada hídrica mensura o consumo direto e indireto de água doce e a poluição gerada por processos produtivos.
O reuso de água consiste no aproveitamento de efluentes tratados para fins não potáveis ou potáveis, sendo controlado por órgãos ambientais e normas estaduais.
O tratamento de efluentes industriais combina processos físicos, químicos e biológicos para remover poluentes e adequar os despejos líquidos aos padrões ambientais.
A outorga preventiva reserva a vazão necessária para um empreendimento em fase de planejamento, sem conceder o direito imediato de captação ou lançamento.
Entenda as origens, características físico-químicas e exigências técnicas de tratamento que distinguem o efluente doméstico do efluente industrial.
Entenda o conceito, os usos sujeitos ao deferimento e o papel da outorga na gestão dos recursos hídricos no Brasil.
Entenda os critérios, a legislação e a aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso dos recursos hídricos no setor produtivo.
Entenda o papel estratégico dos comitês de bacia na gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos brasileiros.
Saiba o que determinam as normas federais sobre o lançamento de efluentes hídricos e como isso afeta a operação industrial.
Entenda o conceito de enquadramento de corpos hídricos e classes de água conforme a legislação federal brasileira de recursos hídricos.
Entenda quando a competência para emitir o direito de uso de recursos hídricos pertence à Agência Nacional de Águas ou aos órgãos estaduais.
Entenda as exigências legais para a perfuração e captação de água subterrânea em empreendimentos.
Entenda o conceito jurídico da outorga de uso de recursos hídricos e descubra quais empreendimentos da área ambiental precisam solicitar o documento.
Nota técnica da ABES define procedimentos para prestadores diante da falta de insumo para fluoretação da água de abastecimento.
Fonte: ABES

Empresa de saneamento britânica é condenada em tribunal por centenas de despejos ilegais de esgoto em áreas de preservação na Cornualha e em Devon.
Fonte: The Guardian: Environment
A Portaria 888 exige cloro residual até o ponto de consumo, mas a concessionária responde só até a ligação predial; o trecho que passa pela caixa d'água fica por conta do prédio.
As normas NBR 7229 e 13969 deram lugar à NBR 17076 em 2024, mas a limpeza periódica e o destino do lodo continuam a decidir se o sistema trata o esgoto ou contamina o solo.

Incidente de poluição em East Sussex dima mais de 2.000 peixes e leva agência ambiental britânica a classificar o caso como categoria máxima.
Fonte: The Guardian: Environment
Associação publica nota técnica com diretrizes para prestadores de saneamento comunicarem autoridades e gerenciarem a interrupção temporária da fluoretação da água.
Fonte: ABES

Agência ambiental dos Estados Unidos cancelou documento de 2022 que orientava estados a limitar substâncias em licenças de águas residuais.
Fonte: Waste Dive
Boa parte dos entupimentos na rede de esgoto vem de gordura e resíduos que não deveriam ir pelo ralo. Prevenir protege o encanamento e o saneamento.
Fonte: Desentupidora Conclusão

Estudo aponta que Manaus enfrenta risco crítico de escassez de água até 2040 devido a mudanças climáticas e uso descontrolado de poços.
Fonte: Página 22
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